E me culpo por não conseguir me defender direito, por ser uma presa tão fácil e previsível pra gente tóxica. Me pergunto até quando terei que sofrer pra conseguir meu espaço de direito no mundo, meu direito de existir, de existir do jeito que sou, não do jeito que querem.
Se eu continuar resistindo nessa vida, me indago se meu futuro é ser uma pessoa amarga e desprezível como forma de não ser mais pisada pelas pessoas. Me indago se essas pessoas que hoje me machucam também não já foram sensíveis e, de tanto os outros lhe baterem, se tornaram isto.
Como sobrevive a sensibilidade? Em que tipo de fortaleza ela habita?
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